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Como ser mais confiante: 8 dicas para reforçar a autoestima





Você quer aprender a ter mais autoconfiança? Ou então você é uma pessoa confiante e quer manter aquilo que já desenvolveu? Este é o artigo certo para você! Ser confiante é, em primeiro lugar, conhecer as suas próprias habilidades e reconhecer os seus limites (gerais e momentâneos).





O autoconhecimento é a base para ter uma melhor autoestima e poder desenvolver a autoconfiança. A autoestima tem a ver com a habilidade de estar satisfeito com quem se é, mas isso não tem nada a ver com acomodar-se: pelo contrário, é ser capaz de fazer uma avaliação de si mais coerente!

Antes de mudar um comportamento para tornar-se cada vez mais confiante e com a autoestima elevada, porém, é preciso entender-se bem – e vamos construir com isso nas próximas linhas. Superar suas limitações é algo bem diferente da falta de limites e, ter interesse por superar-se, já é uma habilidade importante para mudar.



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Habilidades









São competências desenvolvidas de modo inconsciente (sem intenção ou direcionamento racional) ou consciente (com intenção e clareza da informação) para uma pessoa aprender e se desenvolver. Algumas pessoas são boas em serem empáticas, outras têm bom foco de atenção, outras melhores habilidades de resiliência.

Quais são suas habilidades na gestão das suas emoções? Como você tem usado estas habilidades? Algumas pessoas sentem medo de testar novas ações e comportamentos e, com isso, ficam limitadas, sem desenvolverem novas habilidades.



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Limites

Nem todos conhecem os próprios limites e desafiam-se incansavelmente sem autorrespeito. Você se desrespeita quando quer agradar os outros e sabe que acaba por fazer coisas que não caem bem para você, deixando de lado as suas necessidades. Você se maltrata quando insiste em repetir ações que não lhe trazem bem-estar apenas para não se desentender com outras pessoas.

8 estratégias para desenvolver autoconfiança

A autoconfiança pode ser desenvolvida com a atenção e o foco corretos, sabia? A seguir, separamos oito dicas importantes para você entrar de vez nesse processo e buscar uma vida mais plena e confiante. Vem ver!



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1 – Faça uma lista de situações nas quais você gostaria de ter mais confiança





Você gostaria de confiar mais em si e ter uma boa autoestima para realizar um sonho, conquistar a pessoa amada, mudar de emprego ou estudar um novo idioma? Afinal, em qual setor da sua vida você precisa ser mais confiante? Fazer uma lista ajuda a descobrir precisamente em quais temas da sua vida você gostaria de se sentir mais autoconfiante. Ter clareza das ideias e objetivos é basic para mudar!

2 – Faça uma lista de exemplos da sua vida que você teve momentos de autoconfiança



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Quando você descobre “onde e quando” você já sabe ser autoconfiante quer dizer que você já percorreu um bom caminho inicial. Então vale destinar a sua atenção para entender “como” você conseguiu isso em alguns pontos da sua vida para poder seguir em outros setores.

Engana-se profundamente quem pensa que nunca teve momentos de autoconfiança na vida. Tenho certeza que, em alguns momentos da sua vida, você precisou ter uma força additional para mudar absolutamente tudo. Depois, na verdade, notou que não period “tudo”, mas apenas alguns pontos importantes. Todos nós temos muitas histórias pessoais de superação para acessarmos autoconfiança, força inside e autoestima!

3 – Pense em estratégias para realizar as mudanças que você deseja com base nas suas listas das dicas 1 e 2



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Quando pensamos um passo a passo para mudar, abrimos a porta para o novo. Quando trazemos as nossas próprias vivências como referência de força pessoal abrimos espaço para encontrarmos dentro de nós aquilo que precisamos. Faça seu passo a passo só ou peça ajuda, faça dentro do processo psicoterapêutico, mas faça. Faça acontecer!

4 – Não confunda timidez com falta de autoconfiança

Algumas pessoas tímidas são mais retraídas e mais críticas, mas isso não tem a ver com falta de confiança ou falta de autoestima. Pessoas mais introspectivas estão mais ligadas às percepções internas e são mais sensíveis a identificarem as emoções das outras pessoas. São habilidades excelentes, só é necessário ter consciência e intenção para serem usadas por escolha e não como única opção.



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Se você se identifica com as palavras: timidez, introspecção e introversão, treine pequenos passos na direção da exposição das suas ideias, de quem você é, do que gosta e do que sente. Faça isso com a consciência de que é preciso treinar, sem excesso, com vontade de aprender de modo persistente.

5 – Muito cuidado ao se comparar com outras pessoas





A comparação com os outros, normalmente, é uma “barca furada”, um “tiro no próprio pé”, ou seja, algo que raramente agrega coisas boas. O grande problema da comparação é não olhar para o outro com a intenção de aprender e se desenvolver, mas sim enxergando o outro como alguém que realizou algo que você não fez/não tem. Quando olhamos as conquistas das outras pessoas e isso nos motiva para aprendermos com elas, para acreditarmos ainda mais no nosso potencial e com isso sermos capazes de seguir bem o nosso caminhar, aí sim estamos agindo de modo excelente para seguirmos bem.



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6 – Chega de criticismo!

Criticar-se em excesso é criticismo. As críticas exacerbadas não constroem, apenas destroem. Uma coisa é você ter bom senso e lógica e ter uma crítica construtiva sobre si, outra coisa é ficar “mentalmente se detonando”, isso não pode, jamais! Coloque a sua atenção no modo como você pensa. Preste atenção ao que diz para si sobre você, sobre os outros e sobre os seus próximos passos. Antes de mudar, é preciso perceber se a sua comunicação está saudável e equilibrada. Como saber? Trazer a consciência para o modo como você dialoga com você, diminuindo, mudando ou parando de dizer coisas que não são saudáveis. Treine com carinho, é possível.

7 – Invista no seu autoconhecimento



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Cuide bem de você, seja através da leitura, de lives, de palestras, de cursos, de meditação e de psicoterapia (são muitas as possibilidades). Encontre um modo de aprender novos métodos para se desenvolver e ter habilidades necessárias para gestão das emoções. Eu confio que você pode se desenvolver para o seu autoconhecimento e para a sua autoconfiança.

8 – Crie você mesmo sua dica para ser autoconfiante

Agora é com você! O que você acredita que é preciso ser feito para o desenvolvimento da autoconfiança e da autoestima? Pense de modo “ecológico” coisas que possam fazer bem a você e aos outros. O que é preciso fazer para se desenvolver de modo confiante?



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Sucesso naquilo que busca e até breve!

Leia também: Autoestima e autocuidado são termos inseparáveis



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